“Quero que os municípios tenham independência econômica e social”

Publicado: quarta-feira , 18 de maio 2016 19:11

Municipalista e recém chegado ao Senado Federal, nesta entrevista exclusiva ao PSC, o senador Pedro Chaves (PSC-MS) ressalta quais serão suas principais bandeiras de luta no Congresso Federal.

Por Priscilla Torres

PSC – Qual seu primeiro sentimento ao saber que assumiria uma cadeira no Senado Federal?

Senador Pedro Chaves – Primeiramente, um sentimento de grande responsabilidade. Eu me sinto muito honrado de poder lutar pelo Brasil e pelo estado de Mato Grosso do Sul, além de poder ajudar a construir uma sociedade mais justa e fraterna. O Senado representa a federação. Vou contribuir nos debates dos grandes temas nacionais. Sem dúvida, ser senador da República é uma grande responsabilidade e estou comprometido com a população do meu estado e do país, e pelo compromisso de me pautar na mais absoluta conduta ética e republicana.

No Senado, o senhor é membro da Frente Parlamentar pelos Micro e Pequenos Empresários. Recentemente, se posicionou favorável ao PLC 125/2015, que altera as regras do Simples Nacional. O que essa proposta muda na vida das pessoas?

As micros e pequenas empresas são muito importantes para o Brasil. Temos que apoiar esse setor que gera muitos empregos e fomenta a nossa economia. Essa é uma bandeira que carrego há tempos. Quero que meu mandato seja um instrumento de apoio e luta pelos direitos do pequeno e médio empreendedor, sem prejuízo dos demais setores econômicos. Nesse sentido, acredito que a mudança será para melhor, pois, com o aumento do teto anual, mais empresas serão beneficiadas. Setores ainda não contemplados, como o de vinícolas, microcervejarias e produtores de licores e destilarias, por exemplo, também poderão aderir. Haverá ampliação do prazo de parcelamento especial de débitos para 120 meses. Além disso, no dia 28 de junho aprovamos mais uma benesse: a concessão de alíquotas ainda menores para os profissionais liberais que se comprometerem a gastar 28% de sua receita bruta com o pagamento de salários, pró-labores e encargos trabalhistas. Então, só vejo progresso, tanto para o governo, ante à formalização do plano de negócio e consequente arrecadação; quanto para os micros e pequenos empresários, haja vista a desoneração tributária e maior competitividade no mercado.

Quais as suas principais bandeiras de luta?

Como senador, todos os macros temas da nossa federação merecerão minha atenção. Concretamente, estou comprometido com o municipalismo, a educação, o meio ambiente, o agronegócio, o incentivo ao micro e pequeno empreendedor, a ciência e tecnologia e a questão da ética na política.

Segundo o jornal Valor Econômico, o senhor é o quarto senador mais rico entre os senadores. A população de Mato Grosso do Sul pode esperar uma atuação política voltada também para a população mais carente do Estado?

Meu mandato é para todos os brasileiros e brasileiras, e em especial para os sul-mato-grossenses. Minha “riqueza” material foi projetada no trabalho, na boa educação que recebi de meus pais, na superação das adversidades, na determinação e na vontade de vencer, sempre tendo ao meu lado as bases do conhecimento. Vou contribuir com o progresso do setor produtivo e com os seguimentos sociais. O Brasil e o Mato Grosso do Sul podem esperar que o meu trabalho se distenderá sobre todos, sem qualquer traço de discriminação. Não aprendi a separar as pessoas em classes sociais. Como municipalista, quero que os municípios cresçam, se desenvolvam, criem sua própria riqueza e tenham independência econômica e social, para que sejam prósperos e a sua população muito feliz. É o compromisso que eu faço com todos.

ASCOM PSC Nacional 

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