Nota de repúdio à indicação de Flávia Piovesan para a Secretaria de Direitos Humanos

Publicado: segunda-feira , 23 de maio 2016 11:58

O PSC Mulher vem a público lamentar a indicação de Flávia Piovesan para a Secretaria de Direitos Humanos, no bojo das infelizes declarações expostas pela professora em entrevista na Rádio CBN na semana passada.

Flávia Piovesan é uma das maiores ativistas em defesa do assassinato de vidas intrauterinas. Seu discurso busca, em última análise, justificar o genocídio de mais de 850 mil brasileiros não-nascidos por ano, em média, de acordo com estatística do IBGE.

Nesses termos postos por Piovesan, os direitos humanos, nos quais estão incluídos os direitos fundamentais de primeira geração, como o direito à vida, não são de pleno acesso a todos os brasileiros, o que a descredencia, de imediato, ao cargo público agora ocupado por ela.

No mesmo diapasão, a professora, especializada em direito constitucional, declarou não respeitar o conteúdo do artigo 226 da Constituição Federal, que em seu parágrafo terceiro é cristalino dispondo ser a entidade familiar, base da sociedade brasileira, composta pela união de um homem com uma mulher, conceito esse reforçado pelo Estatuto da Família em discussão no Congresso e alvo primário das ações políticas da nova Secretária Nacional, em total desacordo com os princípios e práticas do PSC Mulher.

Sua política de defesa e propaganda da ideologia de gênero, já rechaçada pela sociedade, pelo Congresso Nacional e em praticamente todas as casas legislativas estaduais e municipais, com o confuso argumento de que a identidade sexual não é biológica, o que é um contrassenso científico, pode ter como resultado a exposição precoce de conteúdo sexual às crianças brasileiras, o que é um completo absurdo, ainda que sob pretexto de ser uma ação supostamente politicamente correta.

O PSC Mulher deixa clara sua posição de compromisso com a defesa abrangente da política de direitos humanos que contemplem a todos os seres humanos, independentemente do tempo de existência desse ser humano e da sua condição intra ou extrauterina. O assassinato de uma vida humana, que é a real natureza do aborto, é a antítese do que podemos entender como direitos humanos, pois desumaniza o ser humano em seu momento de maior fragilidade e inocência. Mantém também o compromisso com a defesa da família tradicional, respeitando-se a liberdade individual dos cidadãos brasileiros, e o combate à ideologia de gênero, em defesa de uma sociedade moral e uma política virtuosa que fará do Brasil um país mais ético, próspero e livre.

Denise Assumpção
Presidente Nacional do PSC Mulher

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