Paulo Eduardo Martins critica nova CPMF

Publicado: quinta-feira , 12 de setembro 2019 12:21

Os parlamentares brasileiros devem votar em breve uma nova reforma: a Tributária. Pelo menos duas propostas já tramitam na Câmara e no Senado. E a equipe econômica do governo se prepara para enviar um texto ainda neste semestre.

O tema, assim como a Reforma da Previdência, que deve ser votada no Senado até o início do mês que vem, gera polêmica. A primeira discussão gira em torno da chamada “nova CPMF”. De cara, o deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR) se mostra contrário. “Vai instaurar uma espécie de totalitarismo tributário. Até o envio de dinheiro de um pai para um filho seria tributado. Essa ideia, se verdadeira, acabaria com a popularidade do governo”.

O deputado, que é presidente do Partido Social Cristão no Paraná, defende uma reforma ampla, para que os cidadãos não trabalhem para pagar impostos e os empresários possam garantir mais competitividade e gerar novos empregos. “Não acredito num caminho com a criação de novos impostos. Pra mim, muitos deveriam ser unificados e outros tantos, extintos”.

Nessa temática, Paulo Eduardo Martins destaca que eliminar taxas e entraves é possível. E cita o que o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), fez esta semana, extinguindo a chamada substituição tributária, que acabou com a antecipação do ICMS de 60 mil itens. “Era um regime em que o empresário antecipava o pagamento dos impostos sobre os produtos antes de vendê-los. E mais, sobre o valor estipulado pelo governo e não pelo mercado”, explica do deputado, que conclui: “Deveria se chamar estupro tributário e o governador está de parabéns. É deste tipo de ação que o Brasil precisa”.

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