Oficina do diagnóstico sobre juventude rural é realizada em Brasília

Publicado: quarta-feira , 30 de maio 2018 16:36

Presidente do PSC Jovem, Samuel Oliveira com os jovens indígenas

A Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) promoveu, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mais uma oficina de trabalho do diagnóstico sobre juventude rural – um estudo que tem como objetivo levantar dados que direcionem ações de políticas públicas para as juventudes do campo, quilombolas, ribeirinhas, indígenas e pescadores.

A reunião, que tratou sobre a o estudo na região Centro-Oeste do país, ocorreu no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília (DF), nesta terça-feira (29/05), e contou com a presença do Secretário Nacional de Juventude, Assis Filho e do Presidente do PSC Jovem Samuel Oliveira.

Samuel achou o encontro essencial para saber mais destes jovens: “Precisamos avançar cada vez mais na aplicação de políticas públicas para as juventudes rurais, quilombolas, ribeirinhas, indígenas e etc. Ouvi-los nos ajuda a diagnosticar o problema trabalhando a solução”.

O secretário Nacional de Juventude explicou que o processo de colonização do Brasil causou várias desigualdades entre a população e a consequência disso é a falta de inclusão social. “Essas desigualdades só serão corrigidas com a interferência direta da correta política pública”, afirmou. “E para corrigir os problemas que esses jovens brasileiros estão enfrentando é necessário buscar compreender os reais problemas e quais as prioridades para quem está enfrentando esses problemas”.

Participaram do evento representantes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, do Conselho Nacional de Juventude e da Secretaria de Estado de Administração da Presidência da República.

Sandro Xucuru, coordenador de campo do Projeto Etnodesenvolvimento da UFRJ, afirmou que o processo de escuta da sociedade civil está sendo conduzido de forma bastante respeitosa. “É um processo rico e de grande importância para a juventude brasileira”. Wagner Carajá, da juventude acadêmica indígena da Universidade de Brasília (UnB), falou sobre os estudantes indígenas na universidade. “Em dez anos do programa, mais de 300 estudantes indígenas passaram pela UnB. Isto é uma revolução silenciosa”.

Saiba mais:

A SNJ vai realizar o Diagnóstico da Juventude Rural por meio de uma parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para conhecer a realidade e os problemas dessa parcela da população. O estudo vai viabilizar políticas de promoção que garantam a qualidade de vida para este grupo. Além de realizar estudos in loco, os pesquisadores vão ouvir a sociedade por meio de oficinas regionais.

Fonte: Secretaria da Juventude do DF

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