| Filipe Pereira defende investigação de contrato da PF com empresa de escutas telefônicas |
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| Qua, 26 de Outubro de 2011 12:51 |
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Foram convidados para o debate, o procurador da Fazenda Hugo César Hoeschl e o presidente da Dígitro, Geraldo Augusto Xavier Faraco. De acordo com os parlamentares da Comissão, a Procuradoria da República Especializada no Combate ao Crime Organizado em Santa Catarina instaurou procedimento investigatório criminal com o objetivo de colher elementos sobre possíveis crimes de fraude em licitação, sonegação fiscal, uso irregular de verbas federais, corrupção, manipulação das escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal por meio do Guardião, desvio de valores e lavagem de dinheiro. O deputado Filipe Pereira destacou que é preciso apurar as denúncias feitas na audiência pelos parlamentares presentes e pelo procurador da Fazenda. “A partir de hoje, serão verificados os fatos relatados e, a partir daí, se couber uma instalação de uma PFC (Proposta de Fiscalização e Controle) ou até mesmo abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), assim será feito”, esclareceu. Pereira afirmou ainda que o ator principal da discussão, Luiz Fernando Corrêa , ex-diretor da Polícia Federal e ex-secretário Nacional de Segurança, acusado de praticar grampos ilegais, não estava presente para contribuir com a audiência. “Não é a empresa Dígitro que deve explicar porque foi contratada para executar um serviço sem licitação, isso caberia a quem contratou, no caso, a PF, na pessoa do seu então diretor-geral, Corrêa”, informou. |






