| PSC realiza debate ao vivo sobre Lei da Palmada |
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| Ter, 07 de Fevereiro de 2012 18:46 |
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A proposta foi aprovada, em dezembro do ano passado, em caráter conclusivo pela Comissão Especial criada para analisar o texto. Mas como houve recurso, o projeto terá que passar pelo Plenário da Câmara antes de seguir para o Senado. Para o PSC, a medida fere o direito dos pais e da maioria da população, que, através de pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, por diversos jornais nacionais, e pelo próprio site do partido, se manifestou contrária ao projeto. No PSC Debate, integrantes do partido debatem temas importantes para a população brasileira com a participação ativa dos internautas, que assistem o programa ao vivo pelo www.psc.org.br e enviam comentários por meio do Twitter @pscnacional e do Facebook PSC Nacional. Em dezembro, o assunto debatido foi a adoção do voto facultativo no Brasil. O PSC Debate é uma iniciativa que deve se repetir periodicamente a partir deste ano.
“Em hipótese alguma somos a favor da violência. O PSC defende o bem estar da família. Portanto, mais uma vez ratifico: não apoiamos a agressão, mas a correção, pois esta aprimora o caráter do ser humano”. Everaldo Pereira, vice-presidente nacional do PSC
“Seria muito interessante se os pais tivessem uma psicóloga para ajudar na educação de cada filho, mas não há essa possibilidade. Portanto, o projeto só serviu para trazer à luz esse debate, que é tão relevante para a sociedade. Acho que o governo deve se preocupar em garantir que nossas crianças tenham uma educação de qualidade, porque isso sim é preocupante”. Hugo Leal (PSC-RJ)
“Como mãe, sou totalmente contra. Não posso admitir que entrem em minha casa para educar meus filhos. Estamos aqui para defender nossas crianças de crimes que têm sido cometidos contra elas, mas a correção é necessária. A mãe que não corrige seu filho é envergonhado por ele mais tarde. Portanto, vale muito mais a pena a correção dos pais em casa do que a recebida pelo filho na rua posteriormente”. Lauriete (PSC-ES)
“Sou um jovem de 28 anos e posso dizer que toda a correção que recebi durante a minha vida foi válida para que eu pudesse chegar onde estou hoje, com uma família estruturada e de caráter. Colocamos esse tema em debate para mostrar que o PSC está mais uma vez em favor da família”. Filipe Pereira (PSC-RJ)
“É da família o papel de educar, orientar e ensinar no caminho em que a criança deve andar. Uma sociedade que tem uma família equilibrada, não espanca seus filhos. Além disso, o governo não tem a vivência do cotidiano que os pais têm com seus filhos." Costa Ferreira (PSC-MA)
“A opinião pública é contra. E acredito que um pai em sã consciência não agride seu filho. Além disso, o poder público tem demonstrado que não é um grande professor, portanto, não pode entrar em nossas casas e nos ensinar a educar nossos filhos. Para criar conceitos para a sociedade, o Estado deve primeiro investir em educação”. Gilberto Nascimento, presidente PSC/SP
ASCOM PSC Nacional |






“Eu, que participei da comissão que aprovou este projeto, concluo que a mídia acabou “demonizando” a proposta. Somos contra qualquer tipo de violência, mas a medida é inócua, não tem sentido de existir, já que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o próprio Código Penal já especificam esse tipo de crime. Portanto, ela é apenas socioeducativa e pune, na verdade, os agentes públicos. Além disso, só foi votada por pressão do governo”. Pastor Marco Feliciano (PSC-SP)
“Não podemos admitir uma ingerência do Estado sobre nossas crianças. Os pais precisam ser o freio de seus filhos. O que precisamos é de políticas públicas que tenham objetividade. Não acho essa lei aplicável, porque, além de ser redundante, vai ser muito difícil dar um limite para o que é violência e o que é correção. A manifestação dos internautas durante esse debate vem de encontro com as pesquisas e com a grande parte da população brasileira”. Leonardo Gadelha (PSC-PB)


“Em recente pesquisa realizada por uma revista de circulação nacional, 54% da população é contra esta propositura por interferir na condução da família em termos pedagógicos, e no Brasil já existem dispositivos projetivos. Quero ressaltar que sou totalmente contra maus tratos e violência, mas a criança e o adolescente já tem mecanismos que disciplinam os responsáveis pelo ECA, Código Penal e a Lei Maria da Penha, que muitos pensam proteger apenas as mulheres, mas protege todos da violência doméstica." André Moura (PSC-SE)

