Líderes religiosos não precisarão se afastar de atividades para concorrer eleições

Publicado: quarta-feira , 10 de maio 2017 17:13

Um destaque do PSC excluiu do texto do relatório parcial nº 2 da Reforma Política os líderes religiosos da desincompatibilização – período em que a pessoa que pretende concorrer a mandato eletivo deve se afastar de cargo, emprego ou função pública para manter-se elegível.  De acordo com o líder do PSC na Câmara dos Deputados, deputado Victório Galli (PSC-MT), o serviço religioso é cumprido por vocação e não pode ser considerado profissão, sendo assim, continuará sendo realizado até às vésperas das eleições.

 

“Se o líder religioso tem programada de televisão ou rádio, então ele deve se afastar dessas atividades. Agora, não faz sentido proibir um pastor de fazer pregação na sua igreja por seis meses. Isso foge do objetivo da desincompatibilização”, avaliou, lembrando que a desincompatibilização é um mecanismo utilizado para evitar abuso de poder político e desvio de finalidade na atividade administrativa.

 

O relatório parcial nº 2 da Reforma Política, do deputado Vicente Cândido(PT-SP), foi aprovado, ressalvando apenas a parte destacada pelo PSC, que será modificada no texto. O relator da comissão especial dividiu a matéria analisada em três relatórios parciais. O nº 1 sobre mecanismos de Democracia Direta foi apresentado, mas não votado. O nº 3, que trata das regras eleitorais, sistema eleitoral e modelo de financiamento de campanhas, ainda não foi apresentado.

PSC nas redes sociais

PSC
  Youtube
  Instagram

Cadastre-se e Acompanhe o dia a dia do PSC