HISTÓRIA DO PSC

Depois do esforço heróico de Pedro Aleixo, materializado na criação do PDR - Partido Democrático Republicano, em setembro de 1970, para quebrar a espinha dorsal do bipartidarismo vigente, representado pelo MDB - Movimento Democrático Brasileiro, e pela ARENA - Aliança Renovadora Nacional, Vítor Nósseis e muitos outros denodados(as) companheiros(as), no afã de contribuir para a consolidação da democracia no Brasil, e também com a intenção de aproveitar o trabalho anteriormente desenvolvido, criaram o PSC - Partido Social Cristão, em maio de 1985.

A intenção maior foi a de, consolidados o pluralismo partidário e a democracia, lutarem pela concretização de um projeto que definisse os processos de produção e distribuição da riqueza, apoiado fundamentalmente no respeito à pessoa humana, procurando colocá-la acima de quaisquer valores, econômicos ou financeiros, por mais importantes que eles fossem ou que pudessem ser.

Adotou-se o nome Social Cristão, acreditando ser o cristianismo, mais do que uma religião, um estado de espírito que não segrega, não exclui, nem discrimina, mas que aceita a todos, independentemente de credo, cor, raça, ideologia, sexo, condição social, política, econômica ou financeira, para juntos, encontrarem um caminho que defina de forma racional, lógica, humana e equilibrada os processos de tomada de decisão de poder. Para isso, o PSC, vem ao longo desses anos, consolidando-se, enfrentando todos os obstáculos, que não foram poucos, como uma força política autentica, doutrinária, programática e ideológica, que se dispõe, com a ajuda dos(as) correligionários(as) e eleitores(as), a encontrar novos rumos para a nacionalidade.

Em 20 de julho de 2003, o PSC foi enriquecido pelo ingresso de poderosos grupos políticos ligados ao ex candidato a Presidente da República, e ex Governador do Estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, compostos de expressivas lideranças nacionais e regionais em todos os Estados da Federação, dispostos a continuar a luta do partido, e consolidá-lo como um verdadeiro instrumento de realização social cristã e política do povo brasileiro.

Gênese do PSC

A vida do saudoso Pedro Aleixo , Patrono do PSC , foi dedicada à defesa intransigente e militante do regime democrático e à promoção dos menos favorecidos. Em outubro de 1943 foi um dos articuladores e signatários do Manifesto dos Mineiros, corajoso protesto contra o Estado Novo e apelo eloqüente em prol do Estado de Direito. Dois magistrais textos, transcritos a seguir, comprovam sua consciência dos problemas sociais e seu empenho em enfrentá-los. Secretário do Interior e Justiça do Governo Milton Campos assim se expressou na inauguração de um abrigo para menores, em 1º de julho de 1947.

... "É necessário que o homem de governo saiba sofrer com o povo e seja capaz de mergulhar verticalmente nas camadas profundas, para delas emergir, não com o sentimento esportivo de alívio, mas com as apreensões de que encontrou a verdade e viu que a verdade é triste."

... "Foi em condições íntimas dos que freqüentam as salas de audiências, na contemplação de uma numerosa procissão de miseráveis, famintos e maltrapilhos, na comoção diante de olhos que há muito deixaram de ver porque banhados de lágrimas, que nasceu a idéia deste abrigo ( Abrigo de Menores AFONSO DE MORAES - em Belo Horizonte - Minas Gerais). É um palácio a menos e um abrigo a mais, onde há excesso de palácios e carência de asilos.

Bem ponderadas as coisas materiais, estas instalações pouco significam. Aqui encontrarão guarida cento e cinqüenta crianças, quando só na Capital de Minas cerca de três mil disputam aos cães sobras de comida ou propiciam aos espíritos superficiais o ensejo de se julgarem orgulhosamente credores de Deus porque dão um níquel para os pobres." ( ALEIXO Pedro , Abrigo de menores Afonso de Morais. Estado de Minas. Belo Horizonte - 01/07/1947,pág. 3. O discurso foi republicado em SALGADO Marília Albuquerque (org.). Pedro Aleixo Jornalista - Belo Horizonte - Estado de Minas - 1997 - pág. 255/6.

Noutra brilhante e realista oração, pronunciada em 16 de abril de 1963, na Câmara dos Deputados, assim se manifesta:

" A insinceridade de muitos, que costumam exibir-se como representantes dos pobres, é manifesta. Se nem sempre viveram ricos, tão logo conseguiram bens de fortuna passaram a usufruir da riqueza. O louvor que fazem da pobreza é, quando muito, reminiscência demagógica da adolescência. Os verdadeiros defensores dos pobres, para que possam compreender a causa de que se fazem paladinos, começam renunciando aos prazeres que a fortuna propicia. Sempre que alguém, sendo rico ou vivendo como rico, se apregoa representante dos interesses dos pobres, o que pretende é conservar a riqueza que tem e ainda aumentá-la com a glória de advogar a causa dos infelizes. Aliás, não sei eu se a maior miséria dos pobres está na própria pobreza, ou no fato de serem eles vítimas constantes da exploração de falsos protetores.

Quando Maria, irmã de Lázaro, estava ungindo, no jantar de Betânia, os pés de Jesus, houve quem protestasse contra o desperdício do valioso ungüento, dizendo que melhor fora que se vendesse o perfume e se distribuísse o preço entre os pobres. E quem levantou o protesto? Quem promoveu o tumulto? Quem provocou a indignação, num comício no qual bramavam contra Maria? São João nos informa que o discípulo que defendeu os interesses dos pobres foi Judas Iscariotes, que tais coisas disse, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, "mas porque era ladrão e tinha a bolsa e trazia o que nela se lançava". (Jo XII, 4-6). A cena do jantar de Betânia se representa, repetidamente, pelos tempos afora, e freqüentemente o apóstolo esconde os interesses de sua própria causa atrás dos interesses da pobreza."

Entre suas contribuições concretas para a causa das crianças ocupa lugar de relevo sua iniciativa de criar, com amigos, em 19 de março de 1941, a Fundação São José que beneficiou, particularmente com bolsas de estudo, centenas de menores abandonados. Deu pleno apoio a Monsenhor Artur de Oliveira no estabelecimento e manutenção da "Casa do Pequeno Jornaleiro", e a partir do seu falecimento, em 1945, assumiu a direção da obra. Em sua paredes encontram-se, entre outras as seguintes frases de sua lavra: " A criança abandonada é a vergonha da sociedade contemporânea e será o flagelo da sociedade de amanhã"; e " com a redenção de cada criança infortunada, salva-se um cidadão para a Pátria e uma alma para Deus."

Após a renúncia de Jânio Quadros , em 25 de agosto de 1961, o país atravessou período muito conturbado e que trouxe a deposição em 1964 de seu sucessor João Goulart . Durante o Governo de Castelo Branco , eleito pelo Congresso Nacional em abril de 1964, Pedro Aleixo exerceu, de janeiro a junho de 1966, as funções de Ministro da Educação e Cultura. Em 3 de outubro do mesmo ano o Congresso Nacional elegeu para a Presidência da República e Vice Presidência, Costa e Silva e Pedro Aleixo , respectivamente. Sob a égide da Magna Carta, de 24 de janeiro de 1967, promulgada pelo Congresso e sem a vigência de qualquer Ato Institucional, eles tomaram posse no seguinte 15 de março. Havia o propósito de avançar na consolidação da democracia e consequentemente na garantia e proteção dos direitos humanos. Fiel a este compromisso, na reunião do Conselho de Segurança Nacional, de 13 de dezembro de 1968, consciente de riscos políticos que assumia, foi a única voz contrária ao Ato Institucional nº 5 que mergulhou o país em sombrio período de arbitrariedades.

Todavia o próprio Presidente Costa e Silva , desejoso de sair do estado de exceção, solicitou, em maio de 1969, a Pedro Aleixo que elaborasse um projeto de emenda constitucional. Foi de 14 a 17 de junho seguinte, apreciado e discutido por uma Comissão de Alto Nível presidida pelo próprio Chefe de Estado, da qual fez parte, inclusive como relator, Pedro Aleixo . Após alterações sugeridas por este colegiado e diversos órgãos do Governo e aprovadas por Costa e Silva imprimiu-se o texto que seria promulgado por ele em 1º de setembro. Haveria logo a reabertura do Congresso.

Contudo o Presidente amanheceu gravemente enfermo na Sexta-feira, 29 de agosto. Os três ministros militares, golpeando as instituições, pelo Ato Institucional n.º 12 de 31 do mesmo mês impediram a posse interina de Pedro Aleixo e assumiram o poder. Pelo Ato Institucional n.º 16 de 14 de outubro seguinte destituíram-no da vice-presidência da República.

Pedro Aleixo não esmoreceu. Apesar dos retrocessos teria confidenciado a um amigo: "Voltamos à estaca zero. Teremos que refazer tudo. Minha contribuição será a tentativa de viabilizar um terceiro partido, criando condições para emendar, mediante processo legislativo, a Constituição, de forma a excluir dela dispositivos contrários à tradição política, ao sentimento do povo brasileiro e a seus ideais democráticos". Em Minas, com o General Carlos Luiz Guedes e outros próceres enceta as gestões destinadas ao lançamento da nova agremiação, diferente tanto da ARENA - Aliança Renovadora Nacional - quanto do Movimento Democrático Brasileiro - MDB .

Em 31 de março de 1971 foram publicados o Manifesto, Estatuto e Programa do Partido Democrático Republicano - PDR . Menos de quatro meses depois, o Governo promulga a Lei n.º 5.682 de 21 de julho, denominada Lei Orgânica dos Partidos Políticos, eivada de exigências draconianas destinadas a impossibilitar o surgimento do terceiro partido. Embora Pedro Aleixo e seus seguidores tivessem recolhido mais de um milhão e meio de assinaturas não satisfizeram os requisitos da lei sobre o percentual geral assim como sobre os percentuais em um número mínimo de estados. Pedro Aleixo veio a falecer em 3 de março de 1975 com as bandeiras da extinção do AI-5, a criação de condições para o pluripartidarismo e à vigência de um estado de direito. Todas estas causas foram vitoriosas com a extinção do AI-5 em 1º de janeiro de 1979; o fim do bipartidarismo no mesmo ano, e a nova Magna Carta de 1988.

Seus seguidores continuam-lhe a obra, sob a Presidência de Honra do também saudoso General Carlos Luiz Guedes , e sob a Presidência Executiva de Maurício Brandi Aleixo , renomado advogado e professor universitário em Belo Horizonte - MG, que não mediu esforços para arrostar a luta de seu saudoso pai. Em 30 de janeiro de 1980, reproduzem a publicação do Manifesto, já várias vezes publicado, entre outros, com os seguintes dizeres:

" Pelos princípios do SOCIALISMO CRISTÃO , haveremos de exigir uma conduta da sociedade e práticas de governo que objetivem o bem estar geral, tais como:

• Não é possível conviver com os graves problemas da concentração urbana. É preciso haver coragem e competência para se implantar uma política agrária que, naturalmente, irá ferir direitos bastante contestáveis de uma minoria.

• Não é possível admitir que vigore, eternamente, uma política financeira em prevalência sobre a econômica, desalentando imprescindíveis áreas de produção, pelas facilidades concedidas aos negociadores de moeda.

• Não é mais possível a permanência de uma política de tributação, onde os que menos ganham são os que mais pagam impostos, contribuindo, cada vez mais, para a má distribuição da renda.

• Não é possível continuarmos em um grau de dependência crescente para promovermos nosso desenvolvimento. É preciso implantar uma política tecnológica peculiar para solucionar nossas questões econômicas fundamentais, evitando soluções que fujam às nossas possibilidades próprias, acarretando o círculo vicioso de nossa subordinação.

• Não é possível que se perpetue o processo de ganho nos lucros do trabalho somente para uma minoria, quando a força do trabalhos, sendo antecipadamente o instrumento básico para a geração de lucros, deve também ser considerada, implicitamente, participante dos benefícios ocasionados.

• Não é possível que o sistema educacional brasileiro não atente para a necessidade, imperiosa, da educação profissional a nível médio, assegurando ao país, uma força de trabalho indispensável ao seu crescimento, e abafando as frustrações dos processos de alfabetização que, apenas iniciados, reclamam prosseguimento.

E o que acima de tudo não é possível, é essa tomada do nosso país pela voracidade multinacional, que o descobriu como um "Novo Mundo" a explorar, sugando suas riquezas e espoliando seu povo, desconhecendo suas leis, seus princípios, seus sentimentos e sua história, mutilando a pureza de sua língua, e impondo sobre todos esses valores fundamentais, responsáveis pelo milagre da preservação de nossa Pátria, inaceitáveis manifestações de novos donos poderosos, como se aqui já não mais existisse uma pátria dos brasileiros, mas somente um território livre para ser o celeiro universal.

Assim, quem quer que pretenda criar um instrumento de defesa dos mais lídimos ideais do homem que ainda tem o sentimento do privilégio de ser brasileiro, terá forçosamente de levantar a bandeira do NACIONALISMO como ponto de partida de seu programa de lutas, pois o objetivo maior e máximo a ser perseguido, incoercível diante da agressividade do assalto alienígena deformador de nossa realidade, é o da restauração e da preservação da Pátria comum, para integral fruição dos brasileiros.

Esse o ponto mais encarecido do programa do PDR ."

Com a volta do país, em 1985, à normalidade democrática e com a extinção dos partidos vigentes, ARENA e MDB , independentemente de o PDR ter conseguido registro provisório em alguns Estados da Federação, entre eles, Minas Gerais, entenderam os organizadores que seria de melhor alvitre, até mesmo por coerência doutrinária e ideológica, mudar o nome do partido para PSC - PARTIDO SOCIAL CRISTÃO . Iniciaram-se então os preparativos com a ajuda de vários companheiros, Sergio Bueno; Édipo Ázaro; Antônio Nogueira; Etiberê Zen; Antônio Macedo; Jorge Haddade Abrahão; Afonso Macedo; Geraldo Diniz; Herculano Franco; Cel. José Guilherme; Tristão Fernandes; Rogério Pèret e vários outros que, sob orientação de José Carlos Brandi Aleixo , padre jesuíta e filho de Pedro Aleixo , contribuíram de forma decisiva para que a idéia se consolidasse. Assim, em 15 de maio de 1985, publicou-se o Manifesto, Estatuto e Programa do PSC - PARTIDO SOCIAL CRISTÃO , no Diário Oficial da União, basicamente com os seguintes dizeres:

" Art. 3º - Por serem as mesmas idéias e ideais que nortearam no passado, o extinto Partido Democrático Republicano - PDR , o PSC os incorpora e manterá a continuidade dos mesmos princípios, conservando a antiga sigla e nome - Partido Democrático Republicano - PDR , como um dos patrimônios históricos de sua fundação, obra pioneira de seu patrono, Dr. Pedro Aleixo " .

A partir do registro provisório em maio de 1985, o PSC participou de todas eleições, municipais e gerais, tendo apoiado em 1989 a candidatura Collor , de triste memória, utilizando-se o candidato, naquele momento, o número 20 do PSC , para eleger-se à Presidência da República.

Em 1990, obtém o registro definitivo do Tribunal Superior Eleitoral - TSE , e passa a atuar com uma suposta igualdade com as outras agremiações político partidárias, se não se levar em conta, as inúmeras tentativas do poder instituído e das legendas grandes de inviabilizar, a qualquer custo, os partidos emergentes. Apesar disso o PSC sobrevive. Nas eleições gerais de 1994, lança o Almirante Fortuna , candidato à Presidência da República, tendo Vítor Nósseis , como candidato a Vice Presidente, obtendo considerável avanço, em termos de crescimento da legenda, e um aumento expressivo de filiações. Nas eleições gerais de 1998, tendo em vista a política infausta de Fernando Henrique Cardoso , levantando ominosamente as defesas de mercado que o país possuía, para não ter que dizer de mais de uma dezena de práticas criminosas efetuadas contra a nação, o PSC lança as candidaturas de Sergio Bueno e Ronald Ázaro , respectivamente a Presidente e vice-presidente da República, tendo os candidatos, sob a supervisão de Sergio Bueno e colaboradores dos quadros da USP e amigos, elaborado primoroso Plano de Governo - PSC 20 - que até hoje fornece subsídios para elaboração de planos de governo, a quaisquer níveis, desde que os postulantes estejam realmente interessados no bem estar da coletividade. Em 2002, opta por apoiar no 1º turno das eleições gerais, Anthony Garotinho , liberando os membros, correligionários e filiados ao partido a votarem no 2º turno, no candidato que lhes aprouvesse.

Assim, em apertada síntese e repetindo, temos que : "Depois do esforço heróico de Pedro Aleixo , materializado na criação do PDR - Partido Democrático Republicano , em setembro de 1970, para quebrar a espinha dorsal do bipartidarismo vigente, representado pelo MDB - Movimento Democrático Brasileiro , e pela ARENA - Aliança Renovadora Nacional , Vítor Nósseis e muitos outros denodados(as) companheiros(as), no afã de contribuírem para a consolidação da democracia no Brasil, e também com a intenção de aproveitar o trabalho anteriormente desenvolvido, criaram o PSC - PARTIDO SOCIAL CRISTÃO , em maio de 1985.

A intenção maior foi a de, consolidados o pluralismo partidário e a democracia, lutarem pela concretização de um projeto que definisse os processos de produção e distribuição da riqueza, apoiado fundamentalmente no respeito à pessoa humana, procurando colocá-la acima de quaisquer valores, econômicos ou financeiros, por mais importantes que eles fossem ou que pudessem ser.

O Partido adotou o nome de Social Cristão , já presente em agremiações da Europa e da América Latina, para professar sua permanente inspiração nos valores e propósitos do Cristianismo, tais como uma visão espiritual do universo e uma luta constante em prol de uma sociedade justa, solidária e fraterna em âmbito nacional, regional e mundial. Sem discriminações de qualquer natureza o PSC almeja chegar ao poder pelas urnas, e exercê-lo democraticamente de acordo com seus princípios e ideais. Enfrentando os mais diversos obstáculos ele consolida-se como força política autêntica, com definições doutrinárias, programáticas e ideológicas. Com a inestimável ajuda dos seus correligionários e eleitores busca novos rumos para a nacionalidade.

Em 20 de julho de 2003, o PSC foi enriquecido pelo ingresso de poderosos grupos políticos ligados ao ex-candidato a Presidente da República e ex Governador do Estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho . Entre eles destacam-se os quadros liderados pelo Pastor Everaldo Dias Pereira , 1º Vice-Presidente Nacional, que tem realizado excepcional trabalho de arregimentação e organização, auxiliado pelo 1º Secretário Nacional, Antônio Oliboni , e de formação política, sob a coordenação de Jesus Chediak , e ainda de diversos grupos compostos de expressivas lideranças nacionais e regionais em todos os Estados da Federação, dispostos a continuar a luta do partido, e consolidá-lo como um verdadeiro instrumento de realização social cristã e política do povo brasileiro.


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