Deputado do PSC busca saídas para atendimento de pacientes com doenças renais crônicas na Bahia

Publicado: sábado , 18 de março 2017 10:00
Autor: PSC-BA

Insta_Doença_Renal_BAO deputado estadual Samuel Júnior (PSC-BA), titular da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa, está preocupado com a possível desassistência aos pacientes renais crônicos do estado. Ele vai mobilizar os parlamentares da comissão para auxiliar o governo da Bahia a resolver os problemas de atendimento.

Atualmente, 11 unidades de saúde em Salvador (três sob gestão estadual e oito sob gestão municipal) atendem a 1.367 pacientes de terapia renal substitutiva (TRS) em todo estado. No entanto, duas clínicas tiveram os contratos vencidos em dezembro de 2016 e só prestarão os serviços por três e seis meses, o que pode deixar 270 pessoas sem assistência.

Outro agravante que envolve esses pacientes é que 175 deles encontram-se internados desnecessariamente, por falta de atendimento ambulatorial de hemodiálise. Dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) apontam que 39 baianos aguardam na fila para atendimento de hemodiálise na Bahia.

Por conta da situação emergencial, o deputado trabalha por medidas imediatas. “Irei mobilizar a Comissão de Saúde para que possamos auxiliar o Executivo em uma resolução imediata do problema. Também pretendo conversar com o secretário Fábio Vilas Boas, que tem feito um excelente trabalho na gestão da saúde estadual e tenho convicção que o mesmo está atento para que possamos avançar nessa questão e fazer com que não haja interrupção de atendimento de nenhum paciente”, diz.

JUSTIÇA

O Ministério Público Federal na Bahia (MPF-BA) e o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) ajuizaram, no último dia 16 de fevereiro, uma ação civil pública contra a União, o Estado da Bahia, o município de Salvador e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) com pedidos liminares para garantir às pessoas com doença renal crônica o atendimento no SUS. Na ação, consideraram que “a assistência a esses pacientes não vem sendo prestada de forma resolutiva, mas com paliativos e improvisos, violando o seu direito à saúde e à vida”. Pontuaram, ainda, que “a assistência a estas pessoas é deficiente em toda a rede estadual” e, que, a União, responsável por repassar os recursos para a assistência desses pacientes, não adotou nenhuma providência efetiva com o objetivo de fiscalizar os serviços prestados.

 

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