4 Perguntas para Iolando, o deputado que irá lutar pelos deficientes

Publicado: sexta-feira , 16 de novembro 2018 9:11

Iolando Sousa Deputado distrital

Aos 49 anos, Iolando Almeida de Souza foi eleito deputado distrital pelo PSC/DF. Seu plano é apresentar na Câmara Legislativa do Distrito Federal projetos de lei que atendam às necessidades das pessoas com deficiência. Nascido em Taguatinga (DF), ainda criança mudou-se para Brazlândia onde vive até hoje.

Casado com a professora Rutiléa Almeida com quem teve dois filhos: Paulo Henrique (21) e Giovanna (17), Iolando é membro da Assembleia de Deus de Brasília (ADEB) em Brazlândia e atua na União Brasileira das Pessoas com Deficiência (UBRAPOD). Fizemos algumas perguntas para que você possa conhecer melhor a trajetória dele:

Como é sua relação com o partido?

Ingressei no PSC porque me identifiquei com as suas bandeiras: a defesa da família, da vida, a transparência, etc. Foram essas e outras coisas que pesaram na minha decisão de me filiar ao partido.

Quais serão suas principais bandeiras nos próximos quatro anos?
Atuarei em duas frentes: a defesa da pessoa com deficiência e a luta em defesa da família. Quanto aos deficientes é preciso lutar pela garantia dos seus direitos, pela inclusão por meio da educação e de oportunidades no mercado de trabalho. E lutarei pela família porque acredito que a base de uma sociedade próspera é uma família bem estruturada.

Qual será sua primeira iniciativa enquanto deputado distrital?
A primeira coisa que irei fazer quando assumir o mandato, em janeiro de 2019 é cobrar do governador a criação de centros de referência para as pessoas com deficiência. O estado precisa olhar com mais carinho para o deficiente.

Quando nasceu essa vontade de ajudar as pessoas com deficiência?
Estava servindo a Força Aérea Brasileira quando um acidente de moto mudou minha vida. Fiquei seis meses em coma e me considero um milagre de Deus. Quando voltei, havia perdido o movimento do meu braço direito e essa sequela eu tenho até hoje.  Por conta disso, decidi militar pela causa da pessoa com deficiência. Quem tem um problema dessa natureza, precisa se superar todos os dias e precisa de uma atenção do estado em relação às políticas públicas como educação, mercado de trabalho e acessibilidade. Sou um dos fundadores da União Brasileira da Pessoa com Deficiência (UBRAPOD) que presta uma série de serviços gratuitos para esse público.

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